Meditação e o cérebro

Como meditar? Existem formas variadas. Pensar em um objeto e manter sua atenção na respiração, por exemplo, ou em mantras. O que chamamos de Atenção focada, ou plena.  Não pensar e simplesmente observar passivamente seu funcionamento, é uma outra maneira de meditar. Transcender automaticamente como na meditação transcendental que repete um mantra sem nenhuma relação com qualquer objeto até que a mente se desconecte e por fim, as meditações que focam em desenvolver amor e compaixão  por si mesmo e pelos outros.

Cada forma de meditar ativa o cérebro de alguma maneira. Mas o que é afinal meditar? Todas as formas buscam uma estrada que nos leva da atividade ao silêncio, aos poucos vamos acalmando as ondas mentais em rumo ao silêncio, permitindo o silencio acontecer, o alívio do estresse, reconectar com sua essência, e abrir seu potencial, ir além.

 

Quais são seus benefícios?

– Clareza de pensamento

– Diminuição de estresse

– Melhora concentração

– Criatividade

– Saúde mental

– Relacionamentos

– Aliviar tensões

– Paz

– Iluminação

Hoje já temos muitos estudos do cérebro durante a meditação em várias técnicas distintas e sabemos que a meditação é capaz de modificar a forma de ativação do cérebro. Melhorar a circulação sanguínea e comunicação dos neurônios em algumas áreas.  Quase todas (exceto a Med. Transcendental) diminuem a ativação cerebral que chamamos de Rede de ativação padrão (“default mode network”), nos levando a pensar que realmente meditar é usar nosso cérebro de uma maneira diferenciada. Os benefícios são claros, inicialmente com uma calma e clareza. Nos meditadores intermediários (de 4 anos de experiência) uma ativação em ondas alfa, mostrando um estado pleno de relaxamento do cérebro é o mais comum. Porém conforme a experiência permite aprofundar nos estados, pessoas com experiência de 30 anos, por exemplo, podem demonstrar picos de ativação cerebral ( com aumento de  ondas gama, as mais intensas) e provavelmente este estado permite quase uma “musculação cerebral”. Aumentando conexões, sinapses e provavelmente o entendimento mais profundo sobre todos os conceitos do nosso mundo.

Aguardamos mais relações entre cérebro e meditação pela nossa gloriosa ciência.

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